Todas as crianças têm direito a crescer em família, seja na sua família de origem, seja noutra onde possa viver a dinâmica das relações de afeto e o colo fundamental ao desenvolvimento harmonioso da saúde física e psicoafectiva. A garantia do pleno exercício deste direito às crianças e jovens com medidas de promoção e proteção em regime de colocação, especialmente no que se refere a crianças até aos 6 anos de idade, deve consubstanciar-se no Acolhimento Familiar, como medida temporária. 

Certas desta premissa, a Fundação CEBI e a Santa Casa da Misericórdia de Lisboa promoveram uma reflexão sobre o Acolhimento Familiar, numa sessão que decorreu no Ateliê Artístico da Fundação. O encontro contou com a participação da Dr.ª Ana Carla Costa, Diretora do Núcleo de Infância e Juventude de Vila Franca de Xira, da Dr.ª Ana Gaspar, Socióloga e Coordenadora da Equipa de Acolhimento Familiar da Unidade de Adoção, Apadrinhamento Civil e Acolhimento Familiar (UACAF), ambas da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, e ainda do Dr. Filipe Barros, Assistente Social e técnico da equipa da UACAF. 

A Diretora da área Social da Fundação CEBI, Dra. Olga Fonseca, dinamizou a reflexão, na qual se destaca também a presença de Rui Godinho, Diretor da Direção de Infância Juventude e Família da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, de Sérgio Cintra, Vogal da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, de Manuela Ralha, Vereadora da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, de Ana Corte, Chefe de Setor (Unidade Desenvolvimento Social) do Instituto Segurança Social/Centro Distrital Lisboa – Vila Franca de Xira, e de Teresa Teixeira, Diretora do Departamento de Habitação e Coesão Social, Câmara Municipal de Vila Franca de Xira.



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