“Eram todos diferentes e inteligentes e não havia bullying. Havia Fontes dos Desejos que funcionavam, todas as televisões eram “ginormes”. Quando chovia, a chuva era ovelhas de algodão doce. Os jogos eram quase todos reais. Havia a pizzaria do “Five Nights at Freddies” e todos eram imortais porque não havia doenças. Cada vez que alguém nascesse a ilha aumentava, e os pássaros eram os Professores de Música. A tecnologia era evoluída de hora a hora e não havia predadores e quem era mau era enviado para a Escola da Bondade. Quem vinha de fora era sempre bem recebido por um banquete pois toda a comida vinha do céu, e a ilha era um planeta em forma de cubo e voava. E a água era diferente de país para país, mudando de cor e de sabor.”

Teremos esgotado a nossa capacidade de pensar o impensável? Perdemos, enquanto cultura, a dimensão do utópico? Os alunos do Colégio José Álvaro Vidal mostram-nos que não. Procurando responder às suas utopias no geral, e baseados particularmente no texto em cima, escrito por Gonçalo Reis do 6ºC, construiu-se uma ilha. Um espaço lúdico que todos estão convidados a experimentar no dia 5 de fevereiro.

Este ano contam-se os 500 anos da publicação “Utopia” de Thomas More. Um texto sobre uma ilha idílica com o mesmo nome, em tudo avançada e justa, um não-lugar, um lugar imaginário onde se colocava o sonho e a busca, o desejo e a vontade inventiva. Cinco séculos depois, o sentido da “Utopia” não se perdeu. E a sua mensagem continua a fazer sentido hoje: existem alternativas ao que está instituído.


HORÁRIOS:

4 e 5 anos | 16h30
1º e 2º ano | 15h00
3º e 4º ano | 13h30
5º e 6º ano | 12h00
7º, 8º e 9º ano | 10h30



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