As últimas semanas têm sido de inquietude. Redesenharam-se planos, projetos, programas e fórmulas. Reinventou-se o Ensino e a Sala de Aula. As Comunidades Escolares foram obrigadas a manter o afastamento físico, mas os Agentes Educativos estão agora mais próximos do que nunca. 

As potencialidades do mundo digital foram abraçadas como oportunidades neste tempo de ajuste e adequação. Muitas são as atividades pedagógicas que, apesar de habitualmente decorrerem presencialmente, com contacto humano permanente, em espaços e horários próprios e limitados, estão hoje a funcionar exclusivamente online, continuando a afirmar-se como um complemento indispensável às mais distintas unidades curriculares. 

É exemplo disso a “Ciência Viva”, que disponibilizou gratuitamente um conjunto de atividades para todas as idades, com o intuito de serem realizadas em casa e em família.

Os programas são interativos, apelam à participação ativa e dividem-se em pequenas atividades, desafios, podcasts e experiências. 

No projeto “Ciência Viva em Casa”, os participantes podem “explorar a natureza a partir de uma janela”, ter acesso a recursos para “apoio à aprendizagem à distância”, exercitar o corpo “como se estivesse a preparar-se para uma missão espacial”, transformar todas as divisões da casa num pequeno Laboratório e ser testemunha de que a “Ciência está mesmo em todo o lado”.



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