O Colégio José Álvaro Vidal socorreu-se, em período de pandemia, de um conjunto de metodologias de ‘Ensino à Distância’ para não comprometer a Educação de centenas de crianças e jovens. Nesse cenário, a disciplina de Educação Física acabou por ser uma das mais afetadas, embora, “o balanço desses tempos tenha sido bastante positivo, uma vez que os alunos do Colégio continuaram a realizar atividade física em casa através do método síncrono de ensino”. 

Ainda assim, os desafios foram imensos e não se limitaram ao período de Ensino à Distância. João Leote, Professor de Educação Física no Colégio da CEBI, explicou: “quando voltámos às aulas presenciais, tivemos que nos adaptar a uma reestruturação geral das práticas de Educação Física, procurando nunca perder a motivação que os alunos, na sua maioria, nutrem por esta disciplina”. Na prática, e tendo sempre como objetivo o cumprimento das normas da Direção-Geral da Saúde (DGS), promoveram-se “novas regras de higienização do material, circuitos específicos de circulação e normas para ocupação e rotação de espaços”. Tudo esquematizado num Plano de Contingência rigoroso, específico para a disciplina.

Projeto Parkour: “uma atividade extremamente apelativa”

Encontrar alternativas às atividades coletivas e dar maior enfase a matérias de desenvolvimento individual são, agora, as prioridades.

Destacam-se “as aulas de dança, os jogos de raquete e disco, o trabalho de técnica individual em desportos coletivos, os circuitos de destreza e resolução de problemas e os exercícios de condição física”. 

O mês de dezembro culminou com a participação dos estudantes no ‘Projeto Parkour’ – “uma atividade interna e extremamente apelativa para os alunos”, confessou João Leote. Focando o trabalho “num conjunto de destrezas motoras gímnicas, livres, fluídas, elegantes e cativantes”, desenvolveu-se “o equilíbrio, a autoestima e o autoconceito, tendo por base os progressos e consequentes melhorias das capacidades físicas e coordenativas de cada um”.



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