“Parece sempre uma utopia, mas não é”. Foi desta forma que Ilda Costa, em representação da Assistência Médica Internacional (AMI), caracterizou cada ação desenvolvida pela Organização Não Governamental (ONG). Há 33 anos que é assim. Nacional e internacionalmente. Mas, para todos quantos já trabalharam nos 361 Projetos da AMI, “desistir é uma derrota”.

A apresentação de uma das mais prestigiadas Organizações portuguesas, onde o “Ser Humano é o centro de todas as preocupações”, decorreu na CEBI a 22 de fevereiro. O Auditório da Fundação encheu-se de alunos do 9.º ano, para quem a sessão era destinada.

A curiosidade dominou a iniciativa. Incentivados pelo espírito filantrópico que, diariamente, conduz a linha de atuação da Fundação CEBI, os estudantes procuraram esclarecer como podem contribuir ativamente na persecução de todos os objetivos da AMI. 

Agir, Mudar, Integrar

Tendo os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, fixados numa cimeira da Organização das Nações Unidas, como base, Ilda Costa esclareceu aos presentes que a Missão da AMI passa por “levar ajuda humanitária e promover o desenvolvimento humano, nas áreas da Saúde, Social e Ambiental, em qualquer parte do mundo, independentemente de raça, género, idade, nacionalidade, língua, política, religião, filosofia ou posição social, olhando para cada pessoa como um ser único, insubstituível, digno de atenção e cuidado”. Para isso, a ONG trabalha de acordo com quatro princípios básicos de ação humanitária: a humanidade, a neutralidade, a imparcialidade e a independência.

Agir, Mudar e Integrar são as palavras de ordem na Organização, que acredita que o seu trabalho só vai terminar “no dia em que a fome se matar a ela própria”.



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