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INÊS MASSUÇA | PAULA ABREU

A

s turmas de 5º ano do Colégio José Álvaro Vidal realizaram, durante

os dois primeiros meses do ano, a incubação artificial de ovos de

codorniz.

A atividade surgiu no âmbito da disciplina de Ciências Naturais e foi conside-

rada “uma verdadeira aventura”, onde foram necessários uma série de cui-

dados especiais. Para que o desenvolvimento embrionário e a eclosão decor-

ressem com sucesso, os alunos controlaram as condições de temperatura, a

humidade e a viragem dos ovos. Para uma primeira experiência de incubação

artificial, o resultado final “não correu nada mal”. Alunos e Professores conse-

guiram que 25 das codornizes eclodissem no dia 6 de fevereiro. O processo

despertou em todos “uma grande emoção”, principalmente nos momentos

em que ouviram o piar das codornizes, ainda dentro dos ovos, e o picar das

cascas para, gradualmente, conseguirem sair.

Depois da incubação e eclosão das codornizes, que geralmente dura entre 16

a 18 dias, as turmas participantes no projeto puderam ainda observar a luta

pela sobrevivência dos animais que nasceram mais tarde, e que por isso eram

mais fracos, e a mudança da penugem de recém-nascido para adulto.

O ovo da codorniz é o mais pequeno na família dos galináceos. Relativamente

bicudo, o seu peso varia entre 9 a 15 gramas. Como habitualmente as codor-

nizes não chocam em cativeiro, para o desenvolvimento do projeto, as tur-

mas do 5º ano tiveram que recorrer a uma incubadora artificial, gentilmente

emprestada pelo Senhor Aníbal Faria. Para o próximo ano, alunos e Professo-

res garantem: “queremos certamente repetir a experiência!”.

Alunos realizam incubação artificial de ovos

Uma aventura

com codornizes

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